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Se você costuma dizer Eu Odeio a Internet, então tem de ler este livro!

Se você costuma dizer Eu Odeio a Internet, então tem de ler este livro!

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O cenário é a Califórnia da atualidade, as grandes empresas tecnológicas, o mundo dos comics e das “sexualidades alternativas”, a competição por um lugar no Twitter ou por um like no Facebook, as fortunas dos donos da Amazon ou da Google.

No seu primeiro livro, Jarett Kobek faz um retrato cruel, sarcástico e hilariante de uma sociedade dominada, libertada e envenenada pela Internet, que prolifera todos os dias em várias direções diferentes: desde as campanhas de solidariedade virais até às ofertas das casas de apostas como a Sportingbet.

Com a cidade de São Francisco do ano 2013 como pano de fundo, Odeio a Internet oferece um hilariante e obsceno retrato da vida das vítimas do boom digital. E uma série de perguntas incómodas simples: porque é que o ativismo do século XXI não passa de uma série de lições de moral digitados em computadores que não passam de dispositivos construídos por escravos?

Como pudemos permitir que esse gigantesco universo de redes sociais, comentários instantâneos, gritaria, ameaças, vaidade fotográfica, ódio às mulheres, notícias falsas ou tweets idiotas que inundam a Internet se transformassem nas armas dos novos escravos – seres infelizes cuja maior alegria é causar infelicidade aos seus semelhantes?

Enquanto biliões de tweets alimentam o avanço da gentrificação nas cidades e os destroços humanos se empilham por todo o lado, um grupo de amigos sofre as consequências de se ser desnecessário num mundo novo que despreza os que não têm relevância e os que não dão lucro.

Neste seu primeiro romance, Jarett Kobek explica com detalhe e de maneira hilariante como a CIA financiou o romance do século XX ou como funciona a “economia política das redes sociais” onde os ricos ganham dinheiro incessantemente e todos abdicam dos direitos intelectuais em benefício do Instagram ou do Facebook.

Jarett Kobek faz em simultâneo um retrato hilariante e obsceno de uma sociedade de fracos – dependentes de um post – que alimentam constantemente a supremacia dos poderosos.

Hipócrita, feminista, cru e inteligente, Jarett Kobek apresenta uma fábula útil na qual mostra como somos vítimas do boom digital, e na qual expõe as consequências de se ser dispensável ou descartável num mundo novo e cruel.

E para não enganar ninguém, o próprio autor avisa os leitores: Este mau romance, que é uma lição de moral sobre a Internet, foi escrito num computador. Estão a experimentar a indignação moral de um escritor hipócrita que lucrou com as vantagens da escravatura.

Se procura uma explicação sobre os efeitos da Internet na nossa sociedade este livro oferece um retrato o mais cru possível.

Jarett Kobek é um escritor norte-americano de ascendência turca. Vive na Califórnia. É um humanóide canibal habitante do submundo (C.H.U.D.) da literatura internacional. O seu primeiro romance, Odeio a Internet, foi recentemente publicado e tem ainda edição prevista em sete idiomas.

LIVRO DISPONÍVEL NAS LIVRARIAS ONLINE:

FNAC PORTUGAL

AMAZON BRASIL

LIVRARIA CULTURA

 

Referências na imprensa internacional sobre o livro Odeio a Internet

Este livro sucinto, surpreendente e infinitamente autoconsciente é A Piada Infinita da era do Twitter.” – Dominic Maxwell, The Times.

“Fez-me lembrar mais Kurt Vonnegut [do que Houellebecq]. Se Ambrose Bierce acordasse um dia e decidisse escrever uma sequela do seu Dicionário do Diabo, o resultado seria parecido com isto. Quando um romance “mau” é tão bom quanto este, quem precisa de um bom romance?” – Steven Poole, The Guardian

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“O meu conselho? Faça o log off do Twitter por um dia. E pegue neste livro.” – Dwight Garner, The New York Times

“Tumultuoso como um Houellebecq, só precisamos de luvas à prova de fogo para voltar as páginas.” – Jonathan Lethem, The Scofield

 

Sinopse do livro Odeio a Internet

Neste romance hilariante, a Internet é um mundo obsceno e deprimente: as personagens vivem dependentes de uma fotografia no Instagram e de um post no Facebook, bem como dos seus próprios ódios, indignações, pregações morais e armadilhas estendidas com perfídia e crueldade.

Como foi possível aceitarmos um mundo em que aplaudimos e endeusa-mos os líderes das grandes empresas que enriquecem à custa dos fracos e dos ingénuos, ao mesmo tempo que abdicamos da nossa liberdade, dos nossos direitos e da nossa intimidade?

Como pudemos permitir que esse gigantesco universo de redes sociais, comentários instantâneos, gritaria, ameaças, vaidade fotográfica, ódio às mulheres, notícias falsas ou tweets idiotas que inundam a Internet se transformassem nas armas dos novos escravos – seres infelizes cuja maior alegria é causar infelicidade aos seus semelhantes? Odeio a Internet é um romance cínico, cómico, paranóico, justiceiro, feminista, inteligente e cruel. Impossível parar de ler.

 

LIVRO DISPONÍVEL NAS LIVRARIAS ONLINE:

FNAC PORTUGAL

AMAZON BRASIL 

LIVRARIA CULTURA

 

FICHA TÉCNICA DO LIVRO ODEIO A INTERNET

Género: Literatura / Romance | Formato: 15 x 23,5 cm | N.º de páginas: 368 | Data de lançamento: 19 de janeiro de 2018 | PVP: € 17,70 | ISBN: 978-989-722-410-2

 

NOTA: Este artigo foi publicado originalmente no Blog Mundo de Livros com o título Odeio a Internet: um livro sarcástico e hilariante sobre a sociedade atual

 

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