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Geração M: juventude sempre ligada ao Mundo

Geração M: juventude sempre ligada ao Mundo

 

Jovens entre os 10 e 20 e poucos anos, sempre online, com o browser da internet aberto em diversas abas ou janelas, que conversam no ciberespaço com várias pessoas ao mesmo tempo, que têm smartphone e utilizam-no a toda a hora. Nasceram na era das novas tecnologias, da Internet e das redes sociais. Estarão no mercado de trabalho dentro de poucos anos. Em breve terão poder de compra.

Estas pessoas multiplicam a sua atenção para acompanhar, ou tentar acompanhar, a intensa velocidade do mundo moderno. É a Geração Internet, iGeração, Geração D (Digital). Os nomes são diversos, e talvez por essa mesma diversidade é que a melhor definição acaba por ser Geração M: multiatarefados, multiconectados, multiestimulados, multi-informados.

Este vastíssimo grupo de pessoas, cuja expressão surgiu de um estudo da Kaiser Family Foundation em 2005, dirigida pela Stanford University, não concebe o mundo sem o digital e o virtual e este facto reflete-se no comportamento familiar e escolar.

A dependência da tecnologia, do telemóvel e das demais formas de comunicação digital pode trazer uma mudança como não se vê há muito tempo e resta-nos entender e interpretar este novo paradigma.

O mercado deve perceber como conduzir negócios no futuro próximo e o marketing digital é, uma vez mais, peça fundamental no processo.

Existe um conjunto de forças externas às quais os profissionais do mercado devem estar atentos, uma vez que são mudanças que não temos condições de interferir, mas apenas de acompanhar e reagir. É neste sentido que aparecem as tão aclamadas ameaças e oportunidades de negócio. Neste contexto, o mercado tem duas alternativas: oferecer simplesmente o que o público deseja sem ter em conta os possíveis danos que isso pode causar, ou vender com um mínimo de consciência social.

Por exemplo, se as pessoas estão cansadas e precisam de esquecer os problemas podemos oferecer produtos ou serviços que conduzam à alienação das massas, ou atividades como sessões de massagens, sessões terapêuticas, formas de autoconhecimento, educação, desporto, cultura, etc.

No sistema capitalista em que estamos inseridos, ninguém é inocente o suficiente para não saber que a primeira opção gera menos esforço e, possivelmente, um retorno maior e mais rápido dos investimentos. Mas a preocupação social, nesse caso, é posta totalmente de lado. E aí reside a questão ética.

 

Estando a Geração M prestes a bater à porta do mercado, ávida por consumir produtos e serviços que atendam as suas expectativas, em vez de proclamar os malefícios da digitalização do mundo, devemos antes entender esta nova realidade e tentar usufruir dela, com algum tipo de ganho: social, económico ou ambos. Os profissionais do mercado têm diversas opções. Determinadas atitudes podem enriquecer os bolsos e empobrecer a cabeça e vice-versa. Cabe a cada um equilibrar esses interesses.

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