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O que é Marketing de Comunidade e para que serve?

O que é Marketing de Comunidade e para que serve?

Segundo a famosa empresa de estudos e consultoria de mercados Frederick Reichheld of Bain & Company obter um novo cliente custa 6 ou 7 vezes mais do que manter um cliente que já foi conquistado pelo menos 1 vez. Assim, não fica difícil compreender que o segredo para uma estratégia eficaz e barata de marketing reside em fidelizar as pessoas que compraram pelo menos uma vez.

Vale acrescentar que os suportes gráficos implícitos, como logotipos, fotografias, flyers, identidade gráfica e estilo de website ou blog, também são um factor de união entre os membros das comunidades. Já agora confira aqui neste link as tendências de logotipos para 2019.

É nesse contexto que surge o Marketing de Comunidade ou Community Marketing, um tentáculo do marketing digital que se ocupa da gestão do relacionamento da marca com os clientes existentes.

Mas o que são essas tais comunidades?

São grupos interativos dos quais participam consumidores, seguidores e entusiastas de um determinado tema, produto ou serviço.

O grau de envolvimento e paixão desses indivíduos por uma marca varia de pessoa para pessoa. Mas, uma vez que esses consumidores se deram ao trabalho de integrar a comunidade é possível afirmar que todos eles sentem pelo menos um leve apreço pelo tema, serviço ou produto.

Algumas marcas têm investido na construção de comunidades centradas nos seus produtos e serviços, mas nem sempre isso é o suficiente para fidelizar e agradar a um grupo de pessoas.

Assim o Marketing de Comunidade é uma estratégia que atua em dois paralelos: oferecer e promover um espaço criativo para a construção de ligações entre indivíduos com interesses em comum, enquanto identifica as necessidades deste público-alvo de modo a criar conteúdos que sugiram soluções eficientes para todos os envolvidos.

Marketing de Comunidade: Exemplos de marcas de sucesso

O que é uma comunidade? Etimologicamente, a palavra “comunidade” vem do latim “communitāte” e engloba a ideia de algo comum, compartilhado. Embora seja bastante usada no sentido de agrupamento, uma comunidade é bem mais que um grupo de pessoas: é um grupo de interesses.

No passado este conceito designava um agrupamento de indivíduos que conviviam geograficamente próximos, compartilhando práticas e costumes, ou seja, era um grupo de pessoas que tinha vários pontos de similaridade. O mundo virtual criou outras ferramentas.

As empresas dotadas de presença digital agora prestam bastante atenção nas comunidades e grupos que estão presentes nos mais diversos meios online, como Facebook, Twitter, Linkedin, Fóruns de discussão, blogs, entre outros tipos.

Mas não basta apenas acompanhar o que falam da marca, pois é necessário criar espaços virtuais com conteúdo relevante e gratuito para identificar oportunidades de crescimento e de desenvolvimento, enquanto é oferecido suporte por meio de um diálogo direto e transparente com estas pessoas.

Por exemplo, a Nike na página no Facebook oferece suporte técnico rápido, fotos atraentes e vídeos interativos. Em troca, a marca tem acesso aos pensamentos, preocupações e preferências dos seguidores a partir do momento em que eles comentam nos posts.

Já a Starbucks entrou no Marketing de Comunidade de forma mais arrojada do que a Nike: a maior rede de cafeterias do mundo criou a página ideas.starbucks.com, cujo propósito é precisamente ouvir as ideias dos clientes para, se for viável, implementá-las no futuro.

 

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