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Copywriting: aprenda como usar as emoções a seu favor

Os títulos ou headlines são o primeiro contacto que o leitor tem com o conteúdo do texto. A escolha do assunto correto, por exemplo, é um fator determinante para o aumento da taxa de abertura de e-mails da sua estratégia de e-mail marketing. Conhecendo as emoções, medos, desejos ou preocupações dos seus clientes, é possível adaptar as headlines e apostar em copies que vão ao encontro das necessidades do público-alvo. A persuasão é, por isso, um fator extremamente importante para que o seu negócio seja um sucesso. Através de uma série de bons argumentos é possível fazer com um maior número de pessoas compre o seu produto, contribuindo para o crescimento da empresa. Neste vídeo, Conrado Adolpho fala sobre os dois grandes motivadores do ser humano: a dor e o prazer.

Conrado Adolpho ensina como fazer um e-mail persuasivo

O uso correto da palavra é fundamental para que o seu negócio tenha sucesso. Nesta breve aula de copywriting, Conrado Adolpho ensina-lhe algumas técnicas que o ajudam a escrever um e-mail persuasivo e eficaz. Aprenda com os melhores e saiba, através de um exemplo prático, como melhorar a eficácia da sua comunicação. No final, colha os frutos do seu trabalho, veja a sua empresa crescer e aumente os seus lucros.

Conheça o método de Copywriting de Conrado Adolpho

Quem conhece Conrado Adolpho sabe que duas das suas maiores paixões são, de facto, a escrita e as vendas. Neste vídeo de apresentação do curso CopySamurai, o autor do método 8P’s explica a importância do copywriting para que possa criar textos persuasivos que o ajudem a aumentar o tráfego e, por consequência, o número de vendas. O curso CopySamurai surge, por isso, como resposta às necessidades de várias pessoas que Conrado tem encontrado e que lhe dizem que têm muitas dificuldades em fazer textos para o seu site, blog ou sequência de e-mails. Para esses, eis uma novidade: para escrever um bom texto, não é necessário ser um mestre da escrita nem tão pouco um Fernando Pessoa. A resposta está no método.

O argumento “a culpa não é sua” explicado por Conrado Adolpho

Convencer alguém de que o seu produto é o indicado para resolver os seus problemas não é uma tarefa fácil. Neste vídeo, Conrado Adolpho explica-lhe como contornar objeções colocadas pelo cliente através de uma estratégia de copywriting muito simples: dizer que “a culpa não é sua”. Através de um método persuasivo ensinado no curso CopySamurai é possível aumentar a taxa de conversões, tornando a sua comunicação mais convincente e eficaz. Para explicar esta técnica na prática, Conrado Adolpho dá o exemplo de um possível cliente que já fez uma série de cursos de inglês e, ainda assim, não conseguiu aprender a falar a língua. Ora, supondo que o nosso produto é um curso de inglês, como vamos convencê-lo a experimentar mais um curso? O primeiro passo passa por conhecer o público-alvo e ir de encontro aos seus problemas e necessidades, tentado acabar com a resistência.

Responda a 3 perguntas de Conrado Adolpho

As suas certezas e o seu bem-estar mental influenciam de forma determinante a sua empresa. O seu trabalho é, certamente, uma parte importante da sua vida e, por esse motivo, requer uma análise constante para que possa definir métodos e objetivos que o coloquem no caminho do sucesso. Para perceber se está ou não no trilho certo, veja o vídeo de Conrado Adolpho e responda a 3 perguntas simples. Aprenda com os melhores, seja empreendedor e siga o exemplo do criador do método 8 Ps. Faça uma autoanálise e escreva a história da sua própria vida.

Dica de Copywriting: o Gatilho do Reducionismo

A persuasão só é eficaz quando a pessoa não se dá conta de que está a ser persuadida. Por este motivo, a melhor forma de convencer alguém é perceber o funcionamento do cérebro humano, conhecer os seus hábitos e ativar gatilhos mentais. A repetição constante de alguns comportamentos ao longo dos anos faz com que não seja necessário parar para pensar antes de agir. Escrever no papel ou no computador, por exemplo, é um ato quase automático, uma vez que praticamente não pensa na forma da letra nem na tecla a carregar antes da execução a ação: a escrita.
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