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SWONKIE: Uma História de Empreendedorismo, Inspiração e Trabalho

SWONKIE: Uma História de Empreendedorismo, Inspiração e Trabalho

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Hoje publicamos uma entrevista muito especial. Trata-se de uma conversa com João Pedro Cortinhas, um dos fundadores do SWONKIE, uma plataforma portuguesa diferenciada com características únicas, que faz frente a grandes serviços de gestão de redes sociais em todo o Mundo desde a sede em Vila Nova de Famalicão.

Em 2016, o João Pedro Cortinhas e o Daniel Fernandes foram ao programa de televisão “Shark Tank” em Portugal com um simples protótipo de um produto que acreditavam.

O produto foi desenhado para criadores de conteúdo, para os ajudar a criar um melhor conteúdo. Depois do programa de televisão, marcas, agências e meios de comunicação contactaram a equipa para saber mais sobre esse serviço e se funcionava também como uma plataforma de gestão de redes sociais.

Essas perguntas foram o ponto de viragem no produto porque a equipa percebeu que ainda havia uma falha no mercado com as plataformas de gestão de redes sociais existentes e o SWONKIE podia preenchê-la.

Em 2017, eles lançaram a plataforma SWONKIE como é conhecida hoje, que se tornou entretanto uma das melhores plataformas de gestão de redes sociais.

Esta é uma história de sucesso, conforme atestam os números impressionantes do SWONKIE: são mais de 4000 clientes que utilizam este serviço, incluindo mais de 25000 Gestores de Redes Sociais, que juntos configuraram mais de 150000 de Perfis de Redes Sociais na plataforma, que foi utilizada para enviar mais de 10 Milhões de publicações nas redes sociais.

Esta é também uma história de empreendedorismo, inspiração, trabalho e muito empenho num projecto que nasceu de forma solitária e deriva de uma necessidade própria, conforme pode ler nas linhas seguintes. Se ainda não sabe o que é o SWONKIE então aproveite esta oportunidade para conhecer uma plataforma que merece a atenção de todos os profissionais de marketing digital.

Antes de avançar, gostaria de frisar que a simpatia, disponibilidade e dedicação do João Pedro Cortinhas foram essenciais para a realização desta entrevista, que muito honra o nosso Blog Estratégia Digital.

ENTREVISTA SWONKIE – JOÃO PEDRO CORTINHAS

 

Gonçalo Sousa (GS): Como e quando nasceu o SWONKIE?

João Pedro Cortinhas (JPC): Nunca fez parte dos planos. Nunca pensei em ter o meu próprio negócio. Nunca pensei em ser empreendedor. Os planos eram trabalhar numa grande empresa para o resto da vida, e estava bem com isso. Dava o meu máximo, trabalhava muito e talvez por isso, fui adquirindo as competências de empreendedor. Assumia os projectos como meus e geria-os como se fossem meus.

Não virei empreendedor por vontade própria, não foi uma decisão pensada. Quando em 2014 me decidi despedir dessa empresa onde me imaginava o resto da vida, por uma decisão pessoal – iria casar e mudar-me para Inglaterra com a minha esposa que já lá trabalhava –, o plano era ir para Inglaterra e arranjar um trabalho numa empresa e começar de novo a minha carreira por conta de outrém. Esse era o plano.

O que mudou? 28 anos de idade e estava, sentia, na minha máxima força de trabalho, tinha aprendido muito – no último dia de trabalho saí do escritório às 4h45 de manhã porque fazia questão de deixar tudo em ordem, e ainda voltei, uma semana de graça à empresa para acompanhar a pessoa que me iria substituir – e isso fazia com que me sentisse bem. Na minha lua-de-mel levei um livro para ler no avião durante os voos longos que tínhamos pela frente, ficava bem na mala de viagem um livro e o único livro que tinha foi um livro oferecido pela empresa de onde me tinha despedido, pela mão do CEO, depois de um programa de ideias internas em que participei, sobre a história do Facebook.

Foi um game changer porque começou a despertar em mim a melhor e pior pergunta que podes ter na vida profissional. A pergunta é: E se? E se eu fizer? E se der errado? E se der certo? É aqui que começa o ponto de viragem, é aqui que os teus planos vão por água abaixo, é aqui que a magia começa acontecer, seja ela qual for. Quando tomas a decisão de entrar, as coisas começam a acontecer.

Sabia que queria fazer algo, não sabia o quê e decidi tirar um ano sabático para experimentar diferentes coisas. A minha primeira ideia foi ir ao Google e pesquisar, como ganhar dinheiro a partir de casa.

Da listagem que apareceu, fiz algumas delas como, programa de afiliados, fui user tester em plataformas de UX/UI, criei um blog, fiz trading desportivo e até entreguei comida de bicicleta na cidade onde vivia.

Dedicava 80% do meu tempo ao trading porque acreditava que a longo prazo seria atividade que me daria mais rendimento e com isso veio a criação do meu blog para partilhar tudo o que fazia. Em 3 meses de blog, com conteúdos diários recebia 1.000 visualizações diárias e isso fez-me começar a perceber: O que é isto do digital? Mas afinal como isto funciona? O que é isto do poder das redes sociais e como te fazem chegar a tanta gente? Quando me questionei sobre isto, uma vez mais, já estava demasiado envolvido para sair.

Procurei uma ferramenta de criação de contéudos para o blog, com partilha nas redes sociais e apesar das soluções do mercado, nenhuma me satisfazia e atendia as necessidades que tinha. Então pensei: E se criasse uma plataforma com tudo o que preciso? Já perceberam que quando começo com estas questões não saio tão cedo disso. E foi aí que começou, em Fevereiro/Março a ideia de criar algo que mais tarde se viria a chamar SWONKIE.

 

(GS): Qual é a sua principal missão?

(JPC): Somos uma plataforma de gestão de redes sociais, onde levamos aos principais players de gestão de redes sociais como, Agências, Empresas, Publishers e Freelancers uma forma mais eficiente, controlada e mensurada de gerir redes sociais.

Num único hub, conseguir criar e agendar os conteúdos de todas as redes sociais, conseguindo depois todo o follow-up em termos de métricas, gestão de comunidade e análise da concorrência. Líderes em Portugal, com cerca de 60% do mercado de agências em termos nacionais, 80% da media publisher em Portugal, faz-nos acreditar no Go Global a curto prazo.

Tornar as empresas vencedoras nas redes sociais.

 

(GS): O que significa o acrónimo SWONKIE?

(JPC): O primeiro projecto que criamos chamava-se Switch On Network porque o nosso propósito era criarmos um hub para ligar todas as redes sociais. Tínhamos a primeira plataforma, com esse nome e quando surge a seleção para irmos ao Shark Tank, decidimos alterar o nome para algo mais comercial. O problema, e ainda bem, era que não nos surgia algo melhor, então foi aí que tivemos a ideia de criar um acrónimo do nome e transformamos o mesmo em Swonnk. Não era o nome mais sexy do mundo, mas foi com ele que aparecemos no Shark Tank.

A primeira equipa Swonkie constituída por 4 elementos

Depois do programa e com o investimento do Miguel, partimos para a criação da marca e tínhamos uma listagem com vários nomes. Como quando criamos o primeiro produto tínhamos uma comunidade de users alfa, decidimos colocar em votação nessa comunidade, onde as pessoas se começaram a chamar SWONKIEs sempre que colocavam alguma questão e há uma pessoa que diz: mas eu não queria deixar de ser uma SWONKIE. Aí, percebemos que já tínhamos o nome sem saber que o tínhamos e decidimos avançar com o nome SWONKIE porque nos permitiria ter sempre uma história para contar e acima de tudo, não perdíamos a nossa génese e o nosso ADN.

 

Sobre a presença do SWONKIE no Shark Tank

 

(GS): Sabemos que o SWONKIE marcou presença no Shark Tank Portugal e que, por essa via, teve o apoio do tubarão Miguel Ribeiro Ferreira. Ainda se mantém essa ligação nos dias de hoje?

(JPC): O Shark Tank apareceu em 2014, numa altura em que se começava a falar muito de empreendedorismo mas numa altura em que as pessoas ainda estavam na sua zona de conforto. Já seguia esporadicamente os formatos dos outros países e aquilo despertava algo em mim, a vontade de fazer algo, de experimentar. Segui a primeira edição e tinha vontade em participar, mas ainda tinha uma mão cheia de nada e não me inscrevi. Sentia que não estava preparado, que ainda era cedo. Vi todos os episódios e quando via os negócios que lá estavam dizia para mim, eu também sou capaz. Porque não?

Mal surgiu a segunda edição, inscrevi-me logo e depois dos castings, no meu dia de anos, recebo um telefonema a dizer: Foram selecionados para virem gravar o vosso pitch no programa perante os investidores. Foi uma bela prenda de anos que recebia, no dia 15 de Março de 2016.

Na verdade, fomos ao programa sem saber muito bem o que podia acontecer e se os 5 quisessem investir em nós quem escolheríamos. Era um mar de dúvidas mas decidimos ir sem medos, sem “ses”.

O que se viu na televisão foi apenas uma parte do programa, uma hora de negociação para um resultado de poucos minutos na televisão. Felizmente para nós, o Miguel Ribeiro Ferreira viu algo que os outros não viram, viu dois empreededores com uma fome enorme em fazer algo, de criar valor e como ele próprio disse, senão fizermos o SWONKIE, iremos fazer outra coisa qualquer.

Presença no programa de televisão Shark Tank transmitido em dezembro de 2016 na SIC

Foi o único a apostar em nós, isso tornou a nossa escolha fácil, queríamos fazer algo, queríamos começar a construir algo e precisavamos de ajuda. Ignoramos todos os estudos de “funding para startups” sobre “equities” e afins e seguimos o nosso instinto.

O futuro veio-nos mostrar que fizemos o certo e ter conhecido o Miguel Ribeiro Ferreira foi das melhores coisas que nos aconteceu. Hoje, continua a ser nosso sócio e será certamente durante mutos mais anos. Felizmente também trouxe uma outra sócia, a Isabel, que tem um espírito incrível e somos quatro sócios hoje no SWONKIE.

O que mais nos orgulha, além de ter construído a nossa empresa e a nossa equipa é também a relação que temos com eles.

 

(GS): Existem outros serviços de gestão de redes sociais que fazem algumas das coisas que o SWONKIE faz, como a Criação e Compartilhamento de Conteúdo, disponibilização de Relatórios e análise da Concorrência tudo num único serviço?

(JPC): Cada vez mais queremos tornar a ferramenta numa ferramenta 360º de gestão de redes sociais. Não interessa apenas o que tens, mas a forma como o apresentas. Todos os carros têm rodas, mas umas são mais robustas do que as outras, é nisso que ganhamos, a robustez e diferenciação que trazemos em cada funcionalidade.

 

(GS): Qual é a principal diferença do vosso serviço comparando com o Hootsuite ou Buffer por exemplo?

(JPC): Somos uma plataforma 360º e não focada apenas na parte da criação de conteúdos. Somos fortes na parte de planeamento mas ainda mais fortes na parte de relatórios, análise da concorrência e também na área de influence marketing.

 

(GS): O público-alvo que pretendem atingir são apenas as agências digitais ou existem outros nichos de mercado que desejam explorar?

(JPC): Não apenas agências. Todas as entidades que querem melhorar a sua performance nas redes sociais.

 

(GS): Como tem sido a receptividade do vosso serviço em Portugal?

(JPC): Muito boa. Temos 70% das Agências de marketing digital em Portugal, trabalhamos com 80% da media publisher em portugal e temos mais de uma centena de empresas de referência a trabalhar connosco.

 

(GS): Actualmente quantos clientes já angariaram? E qual o vosso objectivo para 2021?

(JPC): Mais de 4.000. Queremos chegar aos 10.000 em 2021.

 

 

(GS): O mercado brasileiro e de outros países em língua portuguesa acolheram bem o SWONKIE?

(JPC): Sim, apesar da concorrência. A inovação da plataforma ajuda a conseguir diferenciar pela qualidade e não só pelo preço.

Equipa Swonkie no lançamento do Social Media Hackathon em 2019

(GS): Consideram importante a existência de ferramentas como a vossa totalmente em português? Porquê?

(JPC): Claro que sim. Ainda existem poucas plataformas de marketing digital, sejam Saas ou não. Espero que existam mais no futuro para mostrar que, além dos excelentes profissionais na área que existem em Portugal, desenvolve-se bom software capaz de escalar para o mundo.

 

(GS): O SWONKIE está também disponível em inglês. Têm tido sucesso com essa versão da plataforma?

(JPC): Sim, importante para termos clientes na Indonésia, Inglaterra, Itália ou até mesmo na África do Sul. Hoje temos também em Espanhol.

 

(GS): Foi difícil a implementação técnica do SWONKIE? Quais foram as principais dificuldades?

(JPC): Trabalhosa sim. Foi testar, melhorar, aprender e voltar a fazer de novo. Tivemos 6 meses em versão gratuita onde tivemos 10 potenciais clientes que usavam diariamente. Foi com esses que começamos e hoje continuam a ser nossos clientes.

Existem coisas que não dominamos como a integração da API’s, porque não nos pertence, mas sim ao provider da rede social e talvez essa seja a grande limitação do negócio.

 

(GS): Consegues explicar qual a principal motivação para criarem um serviço tão distinto e com as múltiplas valências do SWONKIE?

(JPC): A vontade de nos superar e a capacidade de ouvirmos os nossos clientes para continuar a melhorar. Acho que é aqui que a diferença acontece. Quando se tem a capacidade de ouvir as críticas e continuar a melhorar.

 

(GS): Sem dúvida que uma das mais-valias do SWONKIE é integrar uma poderosa ferramenta de análise de concorrência, Business Intelligence e gestão de comunidades. Por que razão apostaram nesses serviços também?

Porque percebemos que os clientes necessitavam disso. O SWONKIE é uma clientrocracia. Ouvimos muito os clientes. O nosso roadmap é partilhado de x em x tempo com os clientes e eles podem votar pela ordem da sua preferência para entrar em desenvolvimento. Isto faz com que todos percebam que estamos a trabalhar para eles. Para fazer a diferença e acrescentar valor.

Equipa Swonkie a celebrar o seu 3º aniversário

(GS): O SWONKIE permite publicar e agendar para muitas redes sociais. Existem mais algumas redes que desejam integrar no vosso serviço ou por agora não sentem necessidade disso?

(JPC): Claro. Ainda agora vamos integrar o YouTube e Google My Business.

 

(GS): Como avaliam o panorama actual do marketing digital em Portugal?

(JPC): A precisar de evoluir. Necessita de se tornar uma verdadeira comunidade de partilha de conhecimento como hoje existe no Brasil. A partilha traz evolução para todos. Acho que ainda existe pouca.

 

(GS): Qual é a vossa opinião sobre a qualidade do marketing de conteúdo praticado pelas agências digitais em Portugal e Brasil? Encontram muitas diferenças?

(JPC): Bastante. Não na qualidade do conteúdo ( ou não na grande maioria ) mas sim no trabalho que se faz com esse conteúdo, no trabalho de funil de vendas desse conteúdo. Muitas entidades cá geram conteúdo apenas por gerar sem um funil montado e automação de marketing preparada para o trabalhar. Essa é a grande diferença. Não é o conhecimento por si só, mas sim a execução. O Brasil executa melhor.

 

(GS): Sentem que contribuem positivamente para que o nosso país seja mais produtivo, eficaz e rentável na comunicação através das redes sociais?

(JPC): Não temos a melhor dúvida. Sem qualquer ponto de arrogância. Acreditamos que tornamos as empresas mais eficientes e com isso, mais propensas a criar bom conteúdo para estarem nas redes sociais.

 

(GS): Existe alguma coisa que ainda não conseguiram concretizar e que estava nos vossos planos desde o início? Se sim, o quê?

(JPC): Algumas coisas. Entre vários motivos, algumas porque quando foram pensadas fazia sentido, mas depois o mercado mostrou o inverso. Outras que deixaram de ser possíveis tecnicamente de serem feitas. Existem vários motivos. Trabalhamos sobre aquilo que conseguimos controlar e exponenciamos isso ao máximo.

 

(GS): Sabemos que muitos influencers recorrem também a nível particular a este tipo de serviços, pois necessitam de optimizar os seus conteúdos e recursos. Isso também acontece com o SWONKIE, ou seja, têm clientes desse tipo?

(JPC): Sim. Pessoas que gerem a sua própria marca e que são criadores de conteúdos para as suas comunidades. Que precisam de consistência e que no final do dia precisam de terem métricas prontas para as suas parcerias e relatórios profissionais capazes de serem apresentados a qualquer grupo de comunicação.

 

(GS): Consideram que eventos como a Web Summit e outros do género são fulcrais para o desenvolvimento da economia digital em Portugal e no Mundo em geral?

(JPC): Sim, depende do estágio onde estás e é possível aprender imenso. Aprender que existe mais mundo para além daquele em que vivemos. Que há pessoas que falam outro idioma, que têm diferentes fuso-horários, diferentes crenças mas que estão a fazer o mesmo que tu: a criar, a trazer valor, a viver com pouco para canalizar todos os seus recursos para o seu negócio, que tem os mesmos sonhos que tu e que, acima de tudo, trabalham tanto como tu ou mais para o realizar.

Aprendi que neste momento, enquanto estás a ler isto, alguém do outro lado do mundo está a trabalhar muito mais e a transformar aquela ideia que, como tu, milhares de pessoas a tiveram, mas apenas alguns a realizam.

O Websummit não foi um ponto de investimento para mim, nem fui à procura disso. Fui à procura de inspiração, de validação, de força e acima de tudo fui à procura de aprender e aprendi muito.

Aprendi que a melhor forma de termos clientes é trabalhar muito, criar valor e não embandeirar em arco e dizer que somos os melhores porque tivemos uma ronda de investimento de 1 milhão de euros.

Como não a tive, tivemos mesmo de ter um produto à séria para sobre(viver) com o melhor financiamento que podíamos ter, o dinheiro dos nossos clientes.

O Websummit é feito para um objetivo comum e não temos de ter vergonha de dizer: Não faz sentido para mim, porque já não faz parte dos meus objetivos. A essência do evento não faz mais sentido.

 

(GS): Habitualmente estão presentes em eventos deste género? Se sim, quais e onde encontram mais feedback positivo?

(JPC): Sim. Aliás, para 2021 tinhamos previsto 10 eventos localizados em Inglaterra, Brasil, Espanha, Itália e Ucrânia.

 

(GS): Querem deixar alguma mensagem em particular para as agências digitais e/ou público em geral?

(JPC): Vamos continuar a melhorar e a trabalhar por vocês. Contem com o SWONKIE.

 

(GS): E para terminar, como imaginam o SWONKIE no futuro? Como e para onde desejam evoluir?

(JPC): Não sei qual o ponto de chegada. A estrada é longa e enquanto tivermos combustível vamos acelerar e abastecer quando necessário. Vejo um caminho de crescimento e acima de tudo muito diferente da plataforma que é hoje, talvez com outro modelo de negócio e com outro eixo de mercado. Não podemos acreditar que daqui a cinco anos as redes sociais estarão iguais e, por isso, prevemos certamente uma grande mudança no produto a todos os níveis. Vamos ter de ter a capacidade de evoluir a nossa solução para as necessidades do futuro mas poderão contar sempre com o SWONKIE.

 

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