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Publicidade sim, mas a decisão é sempre do Consumidor

Publicidade sim, mas a decisão é sempre do Consumidor

 

Há pessoas que gostam de publicidade pelo carácter artístico, outras que gostam de acompanhar a evolução dos produtos, outras que nem prestam atenção, muitas que se deixam seduzir… O facto é que estamos, quase sempre, rodeados de publicidade e de apelos ao consumo. No mundo offline e no mundo online.

Uma em cada sete pessoas no mundo tem um perfil no Facebook. Quase quatro em cada cinco utilizadores ativos de Internet navegam pelas redes sociais e pelos blogs. É portanto natural que as empresas se instalem no meio, aumentando orçamentos e usando as redes sociais em conjunto com outros canais de publicidade. Mas convém ter atenção a alguns aspetos.

A relação dos consumidores com a publicidade nas redes sociais está a mudar.

Estudos indicam que cerca de um terço dos utilizadores de redes sociais consideram irritante ver anúncios nessas plataformas, mas usam-nas para conhecer as experiências de outros consumidores, encontrar mais informações sobre marcas, produtos e serviços e encontrar as melhores ofertas.

O relatório de Social Media 2012 da Nielsen/NM Incite indica ainda que mais de 25% dos utilizadores de redes sociais prestam mais atenção a anúncios partilhados por uma das suas conexões sociais ou a anúncios personalizados, baseados nas informações do seu perfil.

Estes dados sugerem oportunidades para os profissionais de marketing encontrarem maneiras de se relacionarem com os consumidores, sobretudo, equilibrando a relação entre o engajamento proporcionado pelos conteúdos informativos (não propagandistas) e a publicidade paga. Isto, apesar de a confiança do consumidor na publicidade online, social e móvel estar a crescer, como veremos mais à frente.

O mesmo estudo sugere que os “anunciantes olham para publicidade paga nas redes sociais como um sistema integrado, executado em conjunto com outros meios de comunicação online e offline”, e utilizam-na “principalmente para apoiar esforços relacionados com o branding”.

E, apesar da aparente resistência dos consumidores face a este tipo de publicidade, o relatório da Nielsen sobre o índice de Confiança Global em Propaganda mostra o contrário.

Das 28 mil pessoas entrevistadas em 56 países, 92 por cento dizem confiar na publicidade paga em redes sociais, assim como em recomendações de amigos e familiares, acima de todas as outras formas de publicidade, o que significa um aumento de 18% face a 2007.

Os consumidores dão tanta importância ao que dizem os outros consumidores que esta é a segunda fonte mais credível de informações e mensagens sobre marcas (70%) – um aumento de 15% em relação aos números de 2007.

 

A pesquisa também mostrou que quatro em cada 10 entrevistados confiam em anúncios que surgem ao lado dos resultados das suas pesquisas e 36% confiam em anúncios de vídeo, números idênticos aos atingidos pelos anúncios patrocinados em redes sociais.

Anúncios de vídeo ou banner em dispositivos móveis como tablets e smartphones são credíveis ​​por um terço dos entrevistados, um pouco mais do que os 29% relativos a anúncios de texto em telefones móveis (29%).

Estes são os dados. Os anunciantes podem engajar as pessoas através das mais variadas formas. No final, quem decide é o consumidor.

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