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E-Goi: e-mail marketing e o “jogo” de reputação das empresas

E-Goi: e-mail marketing e o “jogo” de reputação das empresas

Blog Mário Caetano

À semelhança do que acontece nos motores de busca, também o envio de e-mails se rege por determinadas regras. É de acordo com elas que o serviço de e-mail define se uma determinada mensagem merece ser lida ou se, pelo contrário, vai diretamente para o spam. Neste post falámos-lhe de alguns desses critérios e exploramos a importância de assentar a reputação das empresas no e-mail marketing.

Antes disso, importa fazer uma pequena retrospectiva. Embora atualmente seja muito popular, a verdade é que o e-mail marketing não é de agora: mal começaram a ser trocados os primeiros e-mails pessoais, percebeu-se que aquele novo canal de comunicação tinha grandes potencialidades para os negócios. Posto isto, em 1995, já existiam várias empresas a apostar no envio de mensagens para os seus clientes.

Apesar da aposta, havia um problema grave que acabava por afugentar os consumidores: falámos da quantidade enorme (e sublinhe-se o enorme!) de spam. O cenário mudou com a chegada dos filtros anti-spam que fizeram com que fosse necessário repensar estratégias. Foi então que os percursores do marketing digital começaram a conceber formas de contornar os filtros e criar estratégias de comunicação que fossem capazes de levar à compra.

Chegámos, agora, a dois pontos importantes: a estratégia e a reputação das empresas. Intrinsecamente ligados, estes conceitos vão determinar o sucesso do seu e-mail marketing. O que nem todos sabem é que, numa fase inicial, a mudança de serviço ou de software pode ser prejudicial. Porquê? Devido à quantidade de bounces que inevitavelmente vão surgir. E é precisamente aqui que entra o E-goi.

Antes que se assuste, é melhor explicarmos: os bounces são e-mails inválidos que ficam na sua lista de contactos. São, por exemplo, endereços que já não estão disponíveis ou que se encontram fora de uso. O que acontece é que estes e-mails vão ser detetados automaticamente pelos serviços de e-mail (a Google, a Yahoo ou a Outlook, por exemplo) de todos os assinantes da sua lista.

Ao identificarem os bounces, os serviços vão perceber que a sua lista de contatos é composta por muitos endereços “fantasma“, cuja credibilidade pode ser considerada duvidosa. Como tal, vão catalogar as mensagens enviadas como potencialmente perigosas. Resultado: as probabilidades delas irem parar à caixa do spam são bastante elevadas.

O ciclo mantém-se quando, ao serem classificadas como spam, as mensagens não só deixam de chegar ao um cliente, como perdem reputação aos olhos dos provedores de e-mail. Ou seja, quando enviada para outro destinatário, a mensagem tem maiores probabilidades de ser considerada spam novamente.

Para que isto não acontece, o E-goi indica-lhe as pessoas que não estão interessadas em receber os seus e-mails e faz uma limpeza daquelas que o marcam como spam, mas que se mantém na sua lista de contactos.

A metáfora do carteiro

A informação que acabamos de dar neste post não é normalmente divulgada pelos serviços de e-mail marketing, já que não é muitas vezes não favorável para o negócio. Para que tudo fique claro, o mais simples será talvez falar da metáfora do carteiro, um exemplo muito simples dado pelo E-goi.

Suponhamos que você é o carteiro e vai entregar uma carta (ou e-mail) a alguém (neste, caso, a Gmail, Outlook ou Yahoo). Desconfiado por natureza, esse alguém vai ficar alerta e desconfiar de toda e qualquer mensagem que possa chegar.

Se uma mensagem mais dúbia de facto chegar, ele vai revistar o carteiro para ver todas as outras mensagens e todos os outros destinatários. Fazendo a ponte para a Internet, vai revistar a o serviço de envio de e-mails, ou, neste caso, o E-goi.

Templates

Se realmente verificar que a mensagem é potencialmente perigosa, o destinatário vai adotar uma postura defensiva em relação a todas as mensagens que possam chegar a partir do mesmo remetente (sejam elas úteis ou não).

O processo é gradual e pode mesmo culminar com o bloqueio/recusa em receber mais cartas (e-mails).

E-mail marketing: regras para aumentar reputação das empresas

1 – Manipulação de dados

O endereço de e-mail é uma informação pessoal, dada por alguém que confiou em si. Como tal, é importante que tenha muito respeito pelo cliente e não lhe envie mensagens em nada relacionadas com aquilo que ele subscreveu. Além disso, faça limpezas regulares para que a sua performance não saia prejudicada.

2 – Não usar dois serviços de e-mail marketing

Muitas pessoas caem no erro de utilizar duas plataformas de e-mail marketing em simultâneo. Isto ocorre principalmente na fase de transição, altura em que tentam testar a nova ferramenta para perceber se é realmente melhor do que a anterior. O que acontece é que os Gmail e os serviços semelhantes percebem que há alguma coisa errada e começam a desconfiar. A táctica pode ser prejudicial já que as métricas acabam por não ser os mais precisos.

3 – A importância de fazer testes

Os testes são importantes antes que comece qualquer estratégia a sério. Para isso, crie um e-mail no Google, outra na Outlook e outra na Yahoo. Essas contas chamar-se-ão “seed list” e podem ser usadas para perceber a real extensão das potencialidades do serviço.

4 – Estratégias de e-mail marketing

Além da parte técnica, o e-mail marketing tem muito de estratégico e de psicológico até. Por isso, faça apostas coesas e, acima de tudo, respeite a pessoa para quem está a enviar o e-mail. Para conhecer as melhores práticas de e-mail marketing, clique aqui.

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