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Quem é que faz mais compras pela Internet: homens ou mulheres?

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Quem é que faz mais compras pela Internet: homens ou mulheres?

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A forma como a Internet tem revolucionado a nossa sociedade tem-se espelhado especialmente na mudança de certos hábitos e comportamentos. Basta olhar para o aumento da utilização de dispositivos móveis para perceber que as pessoas procuram estar cada vez mais ligadas à Internet.

Assim, quando o mundo passa a estar literalmente nas suas mãos, é normal que se registem novos fenómenos. Hoje, não usamos o ciberespaço apenas para consumir informação: a Internet passou a ser uma ferramenta valiosa para cumprirmos ações exatas que vão ter impacto na nossa vida a nível físico. Entre tais ações, temos de referir obrigatoriamente o comércio eletrónico.

O e-commerce é fácil, funcional e poupa-nos a deslocações desnecessárias (isto, claro, para não falar de longas filas de pagamento e lojas desarrumadas). Em vez de irmos nós ao encontro do produto, vem o produto ao nosso encontro. E, apesar dos receios a nível de segurança – provocados principalmente por más experiências e fraudes – fazer compras pela Internet está hoje na moda.

Desde o novo vestido para levar a uma festa às mercearias semanais do supermercado, passando ainda por aquele livro que tanto queria ler: na Internet pode comprar tudo e mais alguma coisa e esperar que as compras cheguem a sua casa.

Lançamos agora a pergunta: quem faz mais compras pela Internet?

Alguns estudos recentes têm-nos dado estatísticas interessantes sobre o público que recorre ao e-commerce em Portugal e no mundo. Respondendo à pergunta que colocamos em cima, a resposta é simples: os homens são quem mais compram na Internet. No entanto, uma conclusão comum a vários estudos é que as mulheres têm vindo a fazer mais compras recentemente, ou seja, esta tendência pode mudar muito em breve.

De acordo com o comparador de preços KuantoKusta, os primeiros meses de 2015 foram marcados por um aumento de 359% das pesquisas em smartphones e 454% em tablets face ao período homólogo em 2014.

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Este é um crescimento cheio de significado e que não deixa margem para dúvidas: o público feminino está mais atento e ambientado à tecnologia. A diferença entre homens e mulheres fica-se pelos 32,55%, uma discrepância que se tem estreitado nos últimos anos.

Entretanto, foram apresentadas outras informações interessantes: as mulheres demoram em média 3 minutos e 13 segundos até finalizarem a compra online. Os homens, por outro lado, são mais indecisos na hora de fazer o check-out. Isso significa que as mulheres são mais descuidadas e se atiram de cabeça assim que veem o artigo?

Não, muito pelo contrário. Os vários estudos realizados aos comportamentos dos utilizadores chegaram á conclusão de que pesquisa, consumo de informação e comparação de preços são processos que acontecem sempre antes da compra, quer entre os homens, quer entre as mulheres. Atentando no caso das mulheres, conseguiu-se perceber que é a noite que mais investigam aquilo que querem comprar.

Assim, não é de admirar que o maior número de vendas aconteça por volta das 21 horas, embora o mesmo estudo do Kuanto Kusta tenha detetado um grande período de navegação entre as 19 e as 23 horas.

Eletrodomésticos, telemóveis e artigos para bebés estão no topo da lista dos artigos mais procurados pelas mulheres na Internet.

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